Especialista em transplante de córnea em Campo Grande, RJ

O corpo clínico da COI Oftalmologia é altamente qualificado para atuar como especialista em transplante de córnea. Contamos com os mais avançados aparelhos para a realização de todo o diagnóstico e planejamento do procedimento.

Sendo uma reconhecida clínica de transplante de córnea no RJ, prezamos pelo bom atendimento, que vai desde a pontualidade até a atenção e cuidado total ao paciente em nossa unidade no bairro de Campo Grande.

O que é cirurgia de transplante de córnea?

A cirurgia de transplante de córnea é o procedimento onde a córnea doente do paciente é removida e uma córnea saudável doada por outra pessoa é inserida em seu lugar. É uma cirurgia feita em casos em que não há como melhorar a visão com lentes de contato, óculos ou implante de Anel de Ferrara.

Quando está indicado o transplante de córnea?

Ele serve para restaurar a visão quando há perda na transparência da córnea ou deformidade grave em sua curvatura. Fazendo uma analogia, seria como trocar o vidro muito arranhado, esbranquiçado ou rachado de um relógio para permitir que se consiga ver as horas; ou, no caso do olho, que a luz atinja as estruturas internas adequadamente.

Nos casos avançados de ceratocone, por exemplo, existem algumas opções de cirurgia para ceratocone, sendo o transplante de córnea a solução definitiva indicada como último recurso quando as outras alternativas se esgotam.

Como é feita a cirurgia de transplante de córnea?

Na maioria dos casos, é feito o transplante penetrante, no qual é retirado um botão central (circular, por onde a luz atravessa para entrar no olho), que é substituído por uma nova córnea de um doador. Em casos selecionados, nossa equipe pode utilizar uma técnica lamelar, que é menos invasiva.

Orientações ao paciente

Para garantir uma excelente recuperação do transplante de córnea, deve-se seguir estritamente todas as orientações da equipe oftalmológica, tomando os medicamentos corretamente (comprimidos e colírios). Além disso, é importante o uso correto do oclusor para proteger o olho e fazer repouso. Tarefas diárias, como trabalho e exercícios, devem ser retomadas gradativamente. O acompanhamento contínuo em exames de rotina é essencial. Recomendamos também cuidados extras como:

  • Não molhar o curativo ou oclusor acrílico;

  • Jamais esfregar o olho operado;

  • Utilizar óculos de sol ao sair em ambientes externos;

  • Dormir com a barriga para cima ou para o lado oposto ao do olho operado;

  • Não frequentar praia, piscina, lago, lagoas ou saunas pelo período de 1 mês;

  • Não cozinhar ou se aproximar do fogão por 1 mês.

Dúvidas sobre transplante de córnea

Não, não existe transplante de todo o olho ou um transplante de retina.

Já o transplante de córnea corrige a falta de transparência da córnea. Logo, as doenças que podem necessitar dessa cirurgia são as que envolvem a opacidade da córnea.

Sim, pode ser e geralmente é necessário o uso desses recursos corretivos. A prioridade do transplante é deixar a córnea novamente transparente e regular, ficando a necessidade de lentes de contato ou óculos para um segundo momento.

Os pontos são retirados de acordo com o acompanhamento cirúrgico. Podem ser retirados nas seguintes situações:

  • Para controlar o astigmatismo residual;

  • Quando o ponto arrebenta (ponto solto);

  • Quando cresce vaso sanguíneo sobre o ponto. O importante é manter o acompanhamento rigoroso após a cirurgia com o seu médico oftalmologista especialista em córnea.

Os principais riscos associados são: rejeição do tecido doador, astigmatismo no pós-operatório e infecção. Por isso o acompanhamento especialista é fundamental.

Podemos dividir o procedimento em dois tipos principais: penetrante e lamelar.

O tipo penetrante consiste no transplante de todas as camadas da córnea doadora. Já o lamelar ocorre quando apenas uma camada da córnea é substituída pelo cirurgião. Dividimos o lamelar basicamente em 2 tipos:

  1. Lamelar anterior: quando o transplante é feito nas camadas mais superficiais;

  2. Lamelar posterior: quando ocorre nas camadas mais profundas (como o endotélio). O transplante lamelar é mais adequado nos casos em que a doença se limita a uma porção específica da córnea.

Dentre os órgãos e tecidos que podem ser doados após a morte de um indivíduo, a córnea é um deles, desde que autorizado pela família. Portanto, é vital que toda pessoa que tenha o desejo de ser doador avise sua família sobre essa intenção.

Os familiares aptos a autorizarem a doação são: pai, mãe, filhos, netos, cônjuges, irmão e avós. São necessárias duas testemunhas presentes para o trâmite da autorização.

  • Repouso absoluto/relativo durante o primeiro mês;

  • Não molhar o curativo ou oclusor acrílico;

  • Utilizar fielmente os medicamentos (colírios e comprimidos) prescritos pelo especialista;

  • Jamais esfregar o olho operado;

  • Usar o oclusor acrílico para dormir, evitando pressionar os olhos;

  • Utilizar óculos de sol em ambientes externos;

  • Evitar exercícios físicos no primeiro mês;

  • Dormir de barriga para cima ou virado para o lado contrário ao do olho operado;

  • Comparecer a todas as consultas e exames pós-operatórios nas datas marcadas;

  • Evitar praia, piscina, lagoas e saunas por 1 mês;

  • Não cozinhar ou se aproximar do fogão por 1 mês.

O tempo inicial de recuperação de um transplante de córnea é em média de 4 semanas para o retorno de atividades leves, sempre seguindo as orientações médicas, sendo que a reabilitação visual completa pode levar meses.

Sim, em geral, o paciente volta a enxergar com mais clareza. Após algumas semanas já se percebe uma melhora significativa e, normalmente, após alguns meses, a visão atinge seu potencial definitivo com o auxílio de óculos ou lentes.