Uma visita ao consultório da COI oftalmologia e uma descoberta: quando se ama o que faz, parece brincadeira e não trabalho.
Hoje abrimos espaço no nosso blog para um relato muito especial. A Carolina Peres, CEO da nossa agência parceira de marketing, veio de São Paulo conhecer nossa estrutura de perto e escreveu sobre a experiência dela como paciente da COI Oftalmologia. Confira!
Uma experiência única de cuidado, empatia e afago. Sabe aquele dengo que você sente e que te transporta para um sofá bem confortável em um dia frio com uma TV à sua frente?
Foi assim que eu me senti ao visitar o consultório da COI Oftalmologia.
E, como CEO da Search One Digital, empresa que presta serviços de Marketing Digital para a COI, eu tinha que escrever esse texto. Primeiro, porque sou apaixonada pelas palavras e, segundo, porque a experiência que eu vivi não pode nem deve passar em branco.
Amo atender os meus clientes com todo amor e carinho. Busco estar próxima e criar uma relação de empatia que vai além da prestação de serviços e trocas monetárias. Acredito que, por isso, atraio clientes ímpares e tão bacanas quanto o Dr. Ricardo.
Fui ao Rio de Janeiro para o WebSummit RJ. Aproveitei a viagem (já que moro em SP) para visitar alguns clientes. Claro que o Dr. Ricardo e a COI estavam nessa agenda. Somos parceiros há algum tempo, mas nunca tivemos a oportunidade de nos ver pessoalmente. Foi a deixa perfeita.

COI Oftalmologia está em Campo Grande, Rio de Janeiro
Chamei-o no WhatsApp e marquei a visita. Como eu precisava fazer exames de vista, já agendei logo a minha consulta. Queria viver tudo da maneira mais profunda possível. Afinal, eu sou a Carolina Peres… se não mergulhar, eu nem visto o biquíni.
A COI fica em uma avenida movimentada em Campo Grande, no Rio de Janeiro. É um subúrbio cheio de vida e vendedores buscando a sua atenção. Em um prédio com entrada discreta está um dos melhores consultórios de oftalmologia do Estado.
Atendimento de primeira qualidade. Cuidado exemplar com pacientes
Assim que subi e entrei no consultório, fiquei embasbacada com a quantidade de pessoas. Feliz também, porque ali tem o nosso trabalho. Mas, mesmo com a lotação, todos os pacientes estavam sentados. Contei uns 50.
Na recepção, além das cadeiras que são bem confortáveis para a espera, tem café, água e aquele ar de casa de vó, sabe? Tudo cuidadosamente direcionado. Enquanto observava, vi que toda a decoração era uma mescla das cores da empresa. Azul, verde e marrom… que, por consequência, são as cores da íris dos olhos.
Um disclaimer aqui: o Dr. Ricardo me contou isso com todo o orgulho do mundo. Eu sabia, mas tinha esquecido e fiquei surpresa ao redescobrir.
Anunciei minha chegada e disse que tinha consulta marcada. Não quis dizer quem eu era, a princípio, para observar como seria o atendimento. Senti-me uma detetive buscando uma lacuna da qual eu pudesse reclamar. Uma cliente oculta…
Nada. Nenhuma lacuna. Todo o preenchimento da ficha e o atendimento da recepcionista foram exemplares e carinhosos. Ela perguntou o grau dos meus óculos e eu disse que não sabia. Ela os pediu emprestados e logo descobriu. Achei super tecnológico isso.
Triagem e profilaxia com cuidado e profissionalismo
Depois de um tempo, uma das pessoas que sempre fala conosco nas reuniões apareceu e me reconheceu. Acabou o meu disfarce. Dei um abraço forte. Era a primeira vez que a via.
O atendimento e o preenchimento da minha ficha seguiram.
Primeiro, a triagem. Fiz uma série de exames (que eu nunca tinha feito). Na triagem, já sai um papelzinho com qualquer coisa que eu possa vir a ter. Pressão alta no olho, início de catarata, glaucoma… tá tudo ali. Uma bela profilaxia.
Todos os aparelhos para exames oculares exigem que você adeque sua cabeça em um espaço que encaixa o queixo e a testa. A cada movimento meu, a profissional que manipulava a máquina a higienizava. Acho que meu queixo está limpo até agora, dias depois da consulta.
Outro destaque importante é que para cada aparelho e exame há uma explicação. E elas são bem cuidadosas em usar uma linguagem que a gente entende, né!?
“Agora, vamos medir a pressão do seu olho. Você vai ver uma luzinha vermelha bem ao fundo. Daqui do computador, eu consigo controlar o exame e verificar se tem algum encaixe que não está adequado, por exemplo. É crucial que saia tudo da maneira mais correta para evitar erros de diagnóstico. Então, quando a luzinha aparecer, tente não piscar o olho e foque nela. Seus olhos vão enxergar lilás por alguns segundos, mas logo passa.”
Todos os exames terminam em questão de 20 minutos. É como se fosse uma trilha que percorremos por todo o consultório. Depois que eles terminam, ainda aguardamos um pouco para que o nosso oftalmo nos chame. No meu caso, foi o Dr. Ricardo mesmo.
Quando eu o vi, logo o abracei. Uma maneira de agradecer por toda a parceria. Ele explicou tudo sobre a COI e o seu sonho de oferecer às pessoas mais humildes a mesma qualidade de atendimento em oftalmologia que os centros mais abastados possuem. E, realmente, conseguiu cumprir sua promessa. Não há o que depor contra o consultório.

Atendimento oftalmológico exclusivo e dedicado
Conversamos sobre propósito, sobre o trabalho na COI, como ele pretendia expandir a empresa e as principais dores do momento. Quer conferir a entrevista que eu fiz com ele? Tá logo aqui, ó! Fofinho, né?
Depois da consulta, fizemos um tour por todo o consultório. Dr. Ricardo me mostrou o centro cirúrgico, superequipado e devidamente tecnológico. Tudo o que há de mais moderno para cuidar da saúde ocular dos pacientes.
Vimos todas as salas de espera separadas por diagnóstico. O lugar dos demais exames, as salas de consulta… tudo. Até no banheiro fomos. Eu quis ver milimetricamente.
Foi uma manhã bem agradável ao lado de um oftalmologista que é apaixonado pelo que faz. Ele é tão viciado em oftalmologia que desenvolveu um tique: usar colírio a cada minuto! Brinquei com ele sobre isso. Mas ele explicou que, na verdade, é o correto. E o “a cada minuto” é exagero meu. De 10 em 10, vai…
Eu desejo a todos da COI Oftalmologia vida longa, muitos pacientes e tudo o que for bom. A empresa merece e faz por onde.
E é claro que, para mim, é um prazer ser parceira e contribuir para que mais pessoas encontrem a COI no Google, nas IAs, onde for…
Ah, e para quem se interessou: o grau dos meus óculos continua o mesmo. Apesar dos quase 40, minha visão não regrediu. Ufa… sem catarata por enquanto!
Agende seu exame de vista em Campo Grande, RJ! Se inspirou com a experiência da Carol e precisa colocar a saúde dos seus olhos em dia? Entre em contato com a equipe da COI Oftalmologia e agende sua consulta!


