Transplante de Córnea

Especialistas no diagnóstico para Transplante de Córnea

O corpo clínico de oftalmologistas do COI Oftalmologia é especializado no diagnóstico para Transplante de Córnea. Contamos com os mais avançados aparelhos para a identificação da doença.

Além da alta tecnologia, também prezamos o bom atendimento, que vai desde a pontualidade até a atenção e cuidado total ao paciente.

Quando está indicado o transplante de córnea?

A cirurgia do transplante de córnea está indicada justamente quando há perda na transparência da córnea ou deformidade em sua curvatura. Voltando a analogia com o relógio, seria como trocar o vidro muito arranhado, esbranquiçado ou rachado de um relógio, para permitir que se consiga ver as horas, ou, no caso do olho, que a luz atinja as estruturas internas do mesmo.

Quando é indicado o transplante de córnea no Ceratocone?

No ceratocone o transplante de córnea é o último recurso a ser utilizado, quando geralmente há perda na transparência corneana próxima ao eixo visual (centro da córnea).

Nesses casos em que é indicado o transplante de córnea, infelizmente, não há como melhorar a visão com lentes de contato, óculos ou anel de Ferrara.

Como é feito o transplante de córnea no ceratocone?

Na maioria dos casos é feito o transplante de córnea penetrante, no qual é retirado um botão central (circular, por onde a luz atravessa para entrar no olho), e este então é substituído por uma nova córnea de um doador. Em casos seletos pode ser utilizada uma técnica menos invasiva.

Dúvidas sobre Transplante de Córnea

Não, não existe transplante de todo o olho ou um transplante de retina.

Já o transplante de córnea corrige a falta de transparência da córnea. Logo, as doenças que podem necessitar dessa cirurgia são as que envolvem a opacidade da córnea.

Sim, pode e geralmente é necessário o uso desses recursos corretivos.

A prioridade do transplante é deixar a córnea novamente transparente e regular, sendo a necessidade posterior de lentes de contato ou óculos secundários.

Os pontos são retirados de acordo com o acompanhamento com o cirurgião.

Podem ser retirados nas seguintes situações:

  • Para controlar o astigmatismo;
  • Quando o ponto arrebenta (ponto solto);
  • Quando cresce vaso sanguíneo sobre o ponto;

O importante é manter o acompanhamento de perto após a cirurgia com o seu especialista em córnea.

Os principais riscos são: rejeição, astigmatismo no pós operatório, infecção.