Presbiopia: causas, tratamentos e sintomas

saiba tudo sobre a vista cansada

A presbiopia é um dos problemas de visão mais comuns atualmente, afetando pessoas a partir dos 40 anos de idade e provocando a terrível síndrome dos braços curtos.

Mas afinal, o que é a presbiopia? Quais são suas causas, sintomas e tratamentos? É o que explicaremos neste post, com detalhes. Continue lendo e confira!

Mas antes assista nosso vídeo exclusivo sobre o que é a presbiopia em nosso canal do youtube:

 

O que causa a presbiopia?

A presbiopia, basicamente, é provocada por um processo natural do envelhecimento, no qual o cristalino — a “lente” do olho” — e os músculos que o controlam se degeneram, perdendo gradualmente a sua flexibilidade.

Como é necessário que o cristalino mude sua forma para alterar o foco e permitir que a visão fique nítida a diferentes distâncias, a presbiopia faz com que os objetos próximos dos olhos fiquem embaçados.

 

Quem tem esse problema?

A presbiopia resulta do envelhecimento, logo, ela costuma aparecer na meia idade, por volta dos 40 anos. Ela pode se sobrepôr a problemas antigos de visão, ou surgir em indivíduos que, até então, não precisavam de óculos.

O esperado é que, em algum ponto da vida, todo mundo sofra de presbiopia. Ainda assim, doenças como anemia, diabetes e esclerose múltipla, bem como o uso de alguns medicamentos e histórico de cirurgias intraoculares prévias aumentam a chance de a presbiopia surgir precocemente.

 

Quais são os principais sintomas da presbiopia?

Como a visão de perto é a mais prejudicada, essa dificuldade se torna mais óbvia no momento da leitura de um livro, um jornal, ou mesmo de uma mensagem no celular. Isso faz com que a pessoa tenha que afastar o objeto a ser lido, esticando o braço para a frente.

Inclusive, é esse padrão característico que faz com que a doença seja descrita como síndrome do braço esticado, ou síndrome do braço curto, embora também seja conhecida apenas como “vista cansada”.

Além disso, como qualquer outro problema de vista, a presbiopia pode gerar desconforto, dor de cabeça, dor nos olhos e fadiga ocular.

 

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Presbiopia é a igual à hipermetropia?

Embora as duas doenças provoquem dificuldade em visualizar objetos próximos dos olhos — ao contrário da miopia, que provoca dificuldade em visualizar objetos distantes — a presbiopia e a hipermetropia são patologias distintas.

Como já dissemos, a presbiopia surge na segunda metade da vida, como consequência do envelhecimento, enquanto a hipermetropia é provocada por uma alteração anatômica específica, sendo diagnosticada durante a infância ou adolescência.

 

Como é feito o diagnóstico da presbiopia?

Além de analisar a típica história de piora progressiva da visão na hora da leitura, o oftalmologista faz um exame físico para avaliar a acuidade visual, a capacidade de refração e a flexibilidade do cristalino de se adaptar a diferentes distâncias. Depois disso, já consegue dar o diagnóstico.

 

Como tratar?

O tratamento mais simples é a correção da visão com o uso do óculos na hora da leitura ou do uso do computador, sendo necessário que o oftalmologista prescreva o grau indicado em cada lente.

Para quem quer uma solução mais definitiva, é possível realizar a cirurgia LASIK, que molda a córnea de forma a compensar a rigidez do cristalino e permitir que as imagens sejam geradas com mais nitidez. Ou a cirurgia focorefrativa, que substitui o cristalino por uma lente interna artificial.

 

A presbiopia traz algum risco à saúde?

A princípio, o único problema seria a vista embaçada na hora de visualizar objetos próximos. O curso natural da doença é que o problema vá piorando até por volta dos 65 anos, demandando óculos com grau cada vez mais alto, e, então, estabilize.

Porém, vale lembrar que a presbiopia nada mais é que o processo natural do envelhecimento do organismo. Portanto, não traz risco algum a saúde, devendo apenas ser corrigido por profissionais habilitados em uma clínica oftalmológica especializada.

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Ricardo Filippo

Ricardo Filippo

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Durante sua vida acadêmica, participou de dezenas de congressos e simpósios, no Brasil e no exterior, e ministrou diversas aulas sobre Oftalmologia. Para mais informações sobre sua experiência na área, clique aqui.
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